Reclamação Divina

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Reclamação Divina

Mensagem por Hades em Qui Maio 02, 2013 6:29 pm




Ficha de Reclamação


Regras:
- O teste deve ser postado nesse template:
Código:
<center><div style="background-image: url(http://1.bp.blogspot.com/-n_oCib_WF-w/Ty2sbtvIp8I/AAAAAAAAGXI/wgUVTHEaXdA/s1600/noite.jpg); width: 500px; -webkit-border-radius: 20px 20px 20px;"><br /><br /><div style="width: 450px; background-color: #F5F5F5; opacity: 0.75; -webkit-border-radius: 30px 30px 30px;">
<div style="font-size: 30pt; font-family: magneto; color: #483D8B; text-shadow: 5px 5px 5px slateblue;"><div style="background-image: url(http://img46.imageshack.us/img46/1668/jx3p.jpg); width: 400px; height: 200px; -webkit-border-radius: 20px 20px 20px;"></div>Ficha de Reclamação</div>
[justify]
[color=#333333][size=18]Dados off[/size]:[/color]
[size=16]-Nome:
-Idade:
-Contatos: [skype, facebook e etc][/size]

[color=#333333][size=18]Dados on[/size]:[/color]
[size=16]
- Nome: [Completo, sem abreviações]
- Idade:
- Personalidade: [Mínimo de três linhas]
- Aparência:
- Progenitor Divino:
- Motivo: [Porque tal deus é seu pai? O te liga a ele? Mínimo de três linhas, nada de resposta como: Sou filho de Deméter porque gosto de plantas]
- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...Mínimo de 15 linhas sem template.
- Presentes:[/size]
[/justify]</div>
mic<a href="http://chocolatedesign.forumeiros.com/">@</a>chocolatedesign
</div></center>
- Ele será avaliado em até 5 dias;

Dados off:
-Nome:
-Idade:
-Contatos: [skype, facebook e etc]


Dados on:

- Nome: [Completo, sem abreviações]
- Idade:
- Personalidade: [Mínimo de três linhas]
- Aparência:
- Progenitor Divino:
- Motivo: [Porque tal deus é seu pai? O te liga a ele? Mínimo de três linhas, nada de resposta como: Sou filho de Deméter porque gosto de plantas]
- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...Mínimo de 15 linhas sem template.
- Presentes:


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Clarissa Lightwood em Seg Maio 13, 2013 2:33 pm

- Nome: Clarissa LightWood

- Idade: 16 anos

- Personalidade:

Bastante amável e carismática sabe se impor perante a novos desafios. Ama a natureza e como sua mãe é dona de um gênio forte e até mesmo manipulativo. Sabe ser uma pessoa fria, cruel e imparcial quando quer pois aprendeu a ser assim perante as necessidades que passou por sua vida. Mais ao mesmo tempo consegue ser corajosa, astuta e inteligente. Costuma sair mais a noite, ignora semideuses que julguem não serem dignos de atenção, e é bastante sociável.

- Aparência:

Uma garota Mediana e bela, magra e de longos cabelos negros, um pouco pálida, possui olhos castanhos e dona de um sorriso extremamente encantador.

- Progenitor Divino: Perséfone

- Motivo:

Apesar de ser uma das deusas com a qual eu mais me identifico [dvd ta de prova shaushauhs''] e eu poderia dizer a que eu mais adoro, vi que ela não possuía filhos no fórum então resolvi me candidatar. Além de que a história de amor entre ela e Hades me chama atenção, mais também porque ela e muito astuta, inteligente e muito previsível e tem um temperamento perigoso até mesmo impiedoso, resumindo ela é uma mulher de um gênio forte. Minha personalidade e parecida com a dela em vários aspectos, por isso então desejo ser filha da mesma.

- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...Mínimo de 15 linhas sem template

Clarissa, uma garota órfã, pálida, de longos cabelos negros, chegou aos 16 anos contando somente com ela mesma. Abandonada ainda criança por sua mãe biológica, viveu em diversos orfanatos, foi expulsa de vários, mas sempre conseguiu dar um jeito e sobreviver mesmo que fosse na rua. Sempre contou com a ajuda de "coisas" que ninguém mais sabia explicar. Apesar de ser dona de um gênio forte e manipulativo, ela sempre aparentou ser bastante amável e carismática, dona de um sorriso encantador e um olhar convidativo, coisas que aprendeu a utilizar para as vezes conseguir o que queria. Sem isso, talvez os orfanatos jamais a teriam aceitado. Desde muito cedo, nunca realmente sentiu remorsos ou se quer medo de algo, tendo sempre a lógica como sua aliada mesmo nas situações mais críticas.

O Último orfanato por qual Clarissa passou se chamava Saint Rose em Los Angeles. Neste ela obteve um pouco mais de sorte em relação aos demais. Aos 12 anos, ela foi adotada pela ultima vez por uma família de advogados. Nenhum dos seus novos familiares sabiam de sua verdadeira história, de quem ela era filha, porque ter sido abandonada com 2 anos de idade na porta de um orfanato em Los Angeles ou do por que ela foi expulsa de vários deles. Mas dava para perceber que ela tinha dons especiais, ela sempre conseguiu fazer coisas que jovens da idade dela não faziam.

Nas escolas que frequentou dos 12 aos 15 anos, ela nunca teve muitos problemas, sempre foi uma boa aluna e tirava as melhores notas da sala, sua compreensão e inteligência não passava despercebido. As vezes sua visão lhe pregava peças e ela não conseguia ler as coisas direito, nem prestar atenção na aula ou ficar muito tempo em um mesmo lugar, sempre viu coisas que ninguém conseguia ver, por isso mudou de escola diversas vezes e passou a estudar em uma escola especial para pessoas com dislexia, pessoas chamam isso de déficit de atenção, hiperatividade, rebeldia, dislexia ou só falta de vergonha na cara; ela mesma nem sabia como chamaria.

Por conta de suas estranhezas e atitudes, ela foi abordada certa noite quando tinha saído para dar uma volta, por uma estranha "criatura" com pernas e chifre de bode. Ele tinha uma aparência franzina e aquela situação para ela era um tanto quanto bizarra. Ela prestou atenção atentamente na fala fina e meio nervosa que aquele "ser" ecoava sem parar, sobre criaturas perigosas, semi-deuses que morriam e um acampamento para que eles aprendessem a sobreviver. Durante todo o discurso, em que ele se apresentou como sendo um sátiro e protetor dela - certamente conveniente, pelo que tinha lido sobre mitologia em suas diversas andanças -, permaneceu silenciosa e atenta, ainda que com um olhar expressivamente descrente. Por fim, quando ele terminou, ela entendeu como sendo apenas algum tipo de alucinação mais mesmo que não fosse verdade seguiria aquele ser até o tal do acampamento e como São Tomé. Ela teria que ver para crer se toda aquela alucinação era verdade.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Perséfone em Ter Maio 14, 2013 11:32 am

Clarissa, sua narrativa é interessante. Digna de ser minha filha. Me de orgulho ou te queimo no Tartaro garota u-u



Lady Perséfone <3
Casada, algum problema?
thank you, thay.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Lucy Simons em Sab Maio 25, 2013 8:01 pm

- Nome: Lucy Simons.
- Idade: 17 anos.
- Personalidade: É determinada, alguém que sabe os seus objetivos e como conquista-los, além de falar sobre o amor quase o tempo todo, é calma e não gosta muito de arrumar confusão, mas se julgam-na fraca só pelo fato de ter um rostinho bonito torna-se uma fera. É alguém que não é muito de cair na lábia das pessoas, mas isto é por causa de seu pai que lhe disse para não confiar muito em algumas pessoas. É muito observadora, percebendo rapidamente os defeitos das pessoas.
- Aparência: Os cabelos escuros caem-lhe ondulados até os quadris, os olhos azuis acentuam ainda mais a beleza estonteante da jovem semideusa, seu corpo é esbelto e cheio das mais belas curvas. Dona de um belo sorriso branco e de uma pele clara.
- Progenitor Divino: Afrodite
- Motivo: Não é só pela beleza que almejo ser filha de Afrodite, mas também por querer demonstrar que as filhas de Afrodite não são fracas. Gostaria de ser reclamada como fiçha de tal Deusa, pois quero que seu nome seja honrado como Deusa e ter prazer de dar orgulho a tal Deusa.

- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...
Lucy Simons, nascida em berço de ouro, que frase melhor para começar a vida dela não é verdade? Acho melhor começar direito. Harry Simons era um grande empresário e possuia um enorme estúdio de fotografias, ele era um homem bonito, cabelos castanhos, olhos azuis, sorriso branco, era alguém mais jovem do que parecia. Tirava fotos das celebridades do momento, uma mais linda do que a outra, mas ninguém se comparava com aquela. O estúdio estava praticamente vazio naquele dia e Harry não tinha trabalho a fazer, foi ai que a porta abriu revelando a mulher mais bela que já vira, era uma mulher de beleza extremamente estonteante. Era alta e esbelta, os cabelos loiros caiam-lhes ondulados ultrapassando o limite de sua cintura, presos por pequenos enfeites brilhantes como as estrelas sobre sua nuca, o vestido branco que usava tinha um leve decote, usava óculos escuros e um chapél da cor do seu vestido. Só de vê-la entrar o homem ficou embasbacado pela presença daquela dama que começava a caminhar num andar sensual até então, jamais visto antes por ele. Após atender aquela mulher - que mais tarde se revelaria uma Deusa - resolveu convida-la para um jantar, a moça aceitou o pedido alegremente.
A partir daquilo os dois tiveram um certo tempo de namoro - Quatro semanas - , até que a Deusa engravidou, teve a criança e desapareceu. Desse relacionamento surgiu Lucy Simons, nascida em berço de ouro em Los Angeles.
A garota cresceu vendo monstros aparecerem e desaparecerem na frente de sua casa, aparentemente ser filha da Deusa do Amor era como se você fosse invisível para criaturas malignas, você não é tão importante assim para que eles te ataquem.
Lucy era popular em qualquer escola que estudasse e sempre que possível ajudava a todos - sem excessão - em seus "casos amorosos". Era uma aluna exemplar de notas altas - apesar de sofrer de Dislexia - e era sempre muito bem elogiada por praticamente não se meter em confusão, até que... Bem, melhor explicar.
Lucy conheceu um rapaz que era um pouco mais alto do que ela, tinha um pouco de barba crescendo e seu cabelo era um verdadeiro "ninho", apesar disto era um rapaz bondoso e que várias vezes visitava a sua Mansão - sim mansão, seu pai era um homem nada modesto -. Certa vez durante uma dessas visitas, Anthony - o amigo - e o pai de Lucy resolveram conversar, o que não era nada bom.
Ao termino da conversa dos dois, Harry - pai de Lucy - disse que ela teria de acompanhar Anthony até um lugar, algo chamado Acampamento Meio-Sangue.
- O que seria esse acampamento? - Perguntou.
- Um lugar onde Semideuses vão para aprender a sobreviver querida. - Seu pai respondeu.
Sem mais perguntas a menina apenas despediu-se do pai, e viajou com seu amigo até Long Island, onde foram até uma grande Colina.
- Preparada? - Anthony perguntou um pouco energético.
- Estou - Respondeu fitando o topo onde um imenso pinheiro encontrava-se algo dourado brilhando nele.
E assim foram subindo colina acima.

Notas:
Bom primeiramente gostaria de destacar um ponto, a personagem sabe que é uma Semideusa, o seu pai nunca lhe escondeu isso, por isso ela agiu com tanta naturalidade no final.
- Presentes: ♥Correntes da Beleza♥, ♥Arc of Passion♥, ♥Adaga de Prata♥.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Nyx em Sab Maio 25, 2013 8:12 pm

Lucy, sua ficha é muito boa. Digna de uma filha da deusa do amor. Porém, a sua narrativa na minha opnião deixou um pouco a desejar. Achei que faltou um pouco de criatividade, de detalhes e de ações da sua parte. Fora esses detalhes ficha bem desenvolvida e ortografia impecável. FICHA RECUSADA
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Jimmy L. Silver em Qui Maio 30, 2013 2:50 pm

- Nome:Jimmy Leonard Parks
- Idade:11
- Personalidade:Um garoto calmo comum quando entre amigos e extrovertido mas ente inimigos e frio e vingativo e cruel na hora de conhecer pessoas e bastante tímido mais depois que conhece bem a pessoa muda completamente de estilo.
- Aparência:Cabelos negros olhos castanho escuro alto para sua idade e aparenta ter 13/14 anos
- Progenitor Divino:Hermes
- Motivo: Quero ser filho de Hermes porque e um deus muito admirado e quando eu era menos meu pai contava muitas historias sobre ele com suas botas aladas etc.. e já que gostava muito das botas aladas sempre teve uma paixão por voar.

- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...Mínimo de 15 linhas sem template.

O barulho das ondas estava claro em minha mente, até porque eu estava em uma cabana com os meus pais de frente com uma praia isolada de Long Island. Era férias escolares do meio de ano e meus pais resolveram tirar umas férias do trabalho, assim viemos para esse fim de mundo. Nada contra praias, mas tem muita água e areia. Da para aproveitar o sol, já que não tem tantos prédios quanto New York, mas ainda assim prefiro a cidade grande. Estava noite, eu já me encontrava em minha cama. Meus pais estavam roncando há tempos.

A cabana em que estávamos tinha quatro cômodos: o banheiro, a sala, a cozinha e o quarto. Não que eu veja um problema em dormir no mesmo quarto que meus pais, mas seria melhor se eu tivesse o meu próprio. Pelo menos é só por um tempo, enquanto ficamos na praia. Eu estava muito incomodado por estar noite, não me sinto confortável como fico quando está dia. Finalmente caí no sono, felizmente esta noite não sonhara com nada. Todas as noites eu tenho pesadelos estranhos, mas nada que eu faça diminui isso.

Acordei com o sol no meu rosto. Não sei por que, mas eu gosto quando acordo assim, muitas pessoas reclamariam por causa do sol em seus rostos. Exibi um sorriso leve ao ver o sol e me levantei da cama. Minha mãe estava preparando o café da manhã e meu pai lendo jornal sentado na mesa. Só para deixar claro: meu pai, Michael, não é meu pai de verdade. Ele é um cara que minha mãe conheceu quando eu ainda tinha dois anos de idade, mas eu me acostumei a chamá-lo de pai. Eu nunca conhecera meu pai de verdade, nem sei seu nome ou como ele era.

— Bom dia mãe — minha voz de quem acabara de acordar ainda estava visível.

— Bom dia Jimmy — respondeu ela.

Caminhei até a porta sem falar com meu pai. A porta era de madeira nas bordas e com o meio de vidro, tinha também uns desenhos abstratos no vidro feito apenas de retas. Sai e fui em direção do mar. Não cheguei muito perto e me sentei, ficando totalmente exposto ao sol. Parece que quando estou no sol, minhas energias aumentam e eu fico totalmente disposto. Naquela praia a única coisa civilizada que tinha era o asfalto da estrada, de resto não tinha mais nada a não ser algumas casas na rua, quando eu digo algumas são de cinco a seis casas. A praia estava totalmente deserta, parece que nenhum vizinho se encontrava em casa. Nós éramos os únicos na praia e isso era bom, não gosto de muita gente em um mesmo lugar.

— Jimmy, vem comer — gritou minha mãe.

Praguejei baixinho para que ela não ouvisse e me levantei. Quando cheguei, a mesa estava cheia de comida. “Quem vai comer tudo isso?”, pensei. Mas então me sentei e comecei a comer. Eu estava morrendo de fome, pois não jantara na noite anterior. Tinha bastantes opções: frutas, pão, geléias, presunto, queijo branco, salame, bolo de cenoura. Não me segurei e comi tudo que tinha direito. Depois fui desfrutar de um bom banho. Saí esfregando a cabeça com a toalha e fui para a sala. Meu pai estava polindo seu arco, sentado no sofá. Ele se tornara mestre tiro ao alvo aos vinte e oito anos e agora tem um campo, onde ele ensina pessoas a manusear arco e flecha. Cresci aprendendo tiro ao alvo com ele, desde então treinamos sempre que eu volto da escola e às vezes ajudava ele com suas aulas.

— Filho — exclamou meu padastro quando notou que eu estava parado olhando para ele, enquanto polia sua katana — junte-se ao seu pai.

— Agora não, estou indo lá pra fora — recusei o convite. Particularmente eu não gosto de ficar dentro de casa, prefiro sair e ficar em contato com o sol.

— Então depois nos juntamos a você — disse ele, passando o pano desde o punho até a extremidade da lâmina.

Assenti e me dirigi para a praia. Estava vestindo um calção preto e chinelos azuis. Quando olhei para o mar, havia uma garota se banhando na água. Apressei um pouco o passo e quando me aproximei ela olhou para mim. Uma garota de pele clara e cabelos morenos lisos que eram levados pela brisa do mar. Seus olhos tinham cor de mel e eram hipnotizantes que eu não conseguia parar de encará-la. A garota deu uma risadinha e desviou o olhar. Reparei no corpo dela e notei que estava usando um biquíni azul claro que, cá entre nós, ficava muito bom nela.

— Oi — saiu mais tímido do que eu pensava. Ela respondeu com uma naturalidade imensa, devia ser pelo fato de muitos garotos darem em cima dela já que ela é uma garota linda. — Tudo bem? Eu me chamo Jimmy.

— Prazer Jimmy. Meu nome é Emily — respondeu a garota.

Sentamos na areia, onde as ondas ainda conseguiam alcançar, porém era quase o fim delas. Então começamos a conversar. Ela parecia uma garota legal, e ainda por cima era uma gata. Acho que era meu dia de sorte.

— Você é daqui? — perguntei.

— Não, eu estou aqui de férias com os meus pais — comentou Emily. — Você até que é bonitinho Jimmy.

Aquilo me pegou de surpresa. Uma linda garota me acha bonito. “Essa é minha grande chance. Até que essa viagem não foi tão ruim”, pensei. Porém, quando ela estava quase me beijando, minha mãe gritou e eu me virei pra ver o que tinha acontecido. Ela estava horrorizada com alguma coisa. Olhei em direção ao mar e não tinha nada a não ser água e uma ilha no horizonte. Meu padrasto saiu correndo com o arco em mãos.
— O que aconteceu Mirela? — perguntou Michael.

— Se afaste dessa garota Jimmy. Rápido — parecia que minha mãe estava me dando uma bronca por eu ter aprontado alguma coisa. Mas esse era o problema, eu não havia feito nada e não sabia o que estava intrigando tanto ela assim.

— Qual é mãe? O que eu fiz desta vez.

— Nada, apenas se afaste dela. Você não consegue ver Jimmyl?

Fitei Emily por um tempo e sua pele começou a perder a cor e ficar branca. Levantei rapidamente me afastando dela. Os olhos dela ficaram num tom vermelho como sangue. Sua perna esquerda ficara peluda e com casco de bode. A perna direita parecia uma perna normal, mas era de bronze. A garota se levantou calmamente e mostrou suas presas para mim.

— O que é isso? — perguntei com os olhos arregalados.

— Uma empousai — respondeu minha mãe perplexa.

Emily pulou para cima de mim e então meu padrasto investiu nela usando a parte de metal do arco. A empousai foi jogada para longe e cambaleou um pouco ao tentar levantar-se. Ela atacou meu padrasto com raiva e, com suas enormes garras, atravessou o abdômen dele. Gritei de raiva, lágrimas começaram a escorrer dos meus olhos. O que eu pensara que seria uma viagem legal, acabou se tornando um pesadelo. Peguei o arco que estava na mão de meu pai e a aljava com várias flechas. Posicionei uma flecha no arco e estiquei a corda, mirando na testa dela. Notei que a ponta da flecha não era feita de ferro ou aço, mas sim de um material cuja cor era em um tom de bronze. A empousai investiu contra mim antes que atirasse, porém eu dei uma cambalhota para o lado e atirei às cegas. Acertei o braço do monstro e este gritou de dor. Emily virou o olhar diretamente para mim e começou a andar em minha direção.

— O que houve Jimmy? Não quer um beijo meu? — zombou Emily.

— Não, muito obrigado — respondi. Ela continuou se aproximando. — Não chegue perto de mim.

— Por quê? Você é tão fofo que da vontade de te devorar inteiro.

Eu estava tão paralisado que não conseguia mover minhas pernas. Emily atacou com suas garras vindas em direção ao meu rosto. Felizmente consegui pular para trás, o que fez com que as garras apenas arranhassem meu peito. Cai de costas na areia e rolei para um lado, com as mãos no ferimento. A empousai deu gargalhada e chutou minhas costas. Ela me ergueu e fiquei cara a cara com ela (apesar de não ser muito difícil, já que eu era mais alto que ela). Emily estava prestes a morder meu pescoço. Eu estava com o arco composto na mão. Era a minha única chance de evitar minha morte. Bati na lateral da cabeça do monstro com o arco e ela me largou, levando as mãos à cabeça. Peguei a aljava de flechas e sai correndo. Minha mãe estava à minha frente chorando, segurei a mão dela e disparei em direção a casa.

— Mãe, se esconda em algum lugar da casa. Eu vou distrair a Emily.

Ela assentiu e entrou. Virei em direção a empousa e armei o arco, pronto para atirar. Mirei na perna esquerda, onde era peluda e atirei. Acertei a cocha da empousa, dificultando a locomoção do monstro. Infelizmente Emily ainda conseguiu me alcançar e me derrubou. O monstro ficou em cima de mim mostrando suas presas de vampiros. Ela começou a passar suas garras pela minha bochecha formando um pequeno corte, dando para sentir o sangue escorrendo. Depois ela perfurou meu ombro com suas garras. Gritei em agonia, achei que aquele seria o fim da minha vida. Tudo o que eu vivi, tudo o que fiz já não importava mais, achei que aquilo me mataria e depois mataria minha mãe. Emily estava chegando perto com suas presas. Ela já havia encostados seus dentes horríveis em meu pescoço, quando minha mãe atirou uma pedra consideravelmente grande na cabeça da empousai. O monstro desmaiou em cima de mim. Eu estava atônito e não conseguia me mexer. Fiquei para ali por muito tempo, até minha mãe chegar e jogar Emily para longe. Ela me levantou e me deu apoio para caminhar. Fomos até o carro e minha mãe deu a partida para sairmos. Meu ferimento no ombro era grave, eu estava perdendo a consciência já. Quando consegui fazer uma última pergunta: — Aonde vamos?

— Você tem que ir para o Acampamento agora — minha mãe respondeu.

Não entendi o que ela quis dizer, pois eu nunca frequentara um acampamento. Me pergunto o que está acontecendo. O que era aquela coisa que nos atacou? Eu não sabia nem quem eu era mais. Perdi meu pai para aquele monstro asqueroso. Que ainda estava solto por ai. Eu vou encontrar aquela empousai e vingar meu pai, mas por ora vou me concentrar em me recuperar.

Abri os olhos e me encontrava em um lugar desconhecido. Olhei para um lado, havia muitos garotos feridos e para o outro lado enfermeiras correndo para socorrer os outros. Tentei me sentar, mas meu ombro doía demais quando eu tentava realizar qualquer tipo de movimento. Ao lado da minha tinha um garoto, Jake. Ele é meu melhor amigo, estudamos na mesma classe. Mas o que ele fazia ali?

— Jake? Onde estou? — perguntei confuso.

— Você está na enfermaria — ele me respondeu.

— E onde está minha mãe?

— Ela não pode entrar aqui. Ela é uma simples mortal.

— Como assim mortal? — eu estava começando a ficar mais confuso ainda.

— Escute Jimmy. Você é um semideus. Este lugar onde estamos é o Acampamento Meio-Sangue.

— Hã? Então quer dizer que você... — olhei para Jake de baixo a cima e notei que ele não era normal. Ele era metade bode. — O que é você?

— Eu sou um sátiro.

Aquilo era informação demais para mim. Primeiro um monstro que eu achava que era uma garota normal me atacou. Depois matou meu pai. Perfurou meu ombro. Tentou morder meu pescoço. E depois de muitos anos descubro que o que sou não era o que eu pensava ser. E ainda por cima meu melhor amigo é metade humano e metade bode.
Ao lembrar de toda a história, me fez chorar por saber que meu padrasto havia morrido. Mas sua morte não foi em vão. Eu vou atrás daquela empousai e fazer ela sofrer uma morte lenta e dolorosa.


- Presentes:
-Adaga Rápida: Uma adaga com 15 centímetros perfeita para um ataque rápido e certeiro de um filho de Hermes. É feita de prata e tem uma esmeralda no centro. Vira uma caneta. [Obrigatório]
-All Star Alados: Um par de all stars com asas que fazem o filho de Hermes voar numa altura máxima de 200 metros. As asas aparecem quando o semideus grita "Maia". Duram por 30 turno diários. [Opcional]
-Jaqueta do Ladrão: Uma jaqueta cor de azeite com o desenho de duas serpentes verdes atrás. Tem vários bolsos que podem esconder qualquer tipo de itens e não pesa nada. Também pode virar uma armadura leve e resistente, mas os itens continuam guardados em fender inter dimensionais. [Opcional]
-Manto da Invisibilidade: Um manto verde-escuro com alguns pontos brancos. Quando o filho de Hermes o coloca fica invisível, por no máximo três turnos. Vira uma camiseta da mesma cor. [Opcional]


Última edição por Jimmy L. Silver em Qui Maio 30, 2013 3:36 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Zeus em Qui Maio 30, 2013 3:31 pm

Jimmy L. Silver gostei bastante dessa sua ficha, sua narração ficou muito boa e esta tudo certo
depois me fale oque acontece com a empousa
Aprovado
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Alexei C. Delacrouxe em Sab Jun 01, 2013 4:07 pm

- Nome: Alexei Cygne Delacrouxe
- Idade: 16 anos.
- Personalidade: Alguém aparentemente acima de suspeitas, mas não deixe que seu belo rosto lhe engane, é alguém extremamente frio quando quer se vingar, não medindo esforços para uma vingança espetacular. É alguém que com apenas algumas palavras transforma uma pessoa pacífica em uma fera. Sua maneira de agir com a maioria das pessoas é o que afasta, ele é o tipo de pessoa que gosta de ver "o circo pegar fogo", ainda mais se for ele mesmo que causou o "incêndio".
- Aparência: Os cabelos são curtos e loiros, os seus olhos são de um azul elétrico, é um pouco alto - nada muito exagerado-, sua pele é alva, possui belos dentes brancos, seu nariz é fino, usa na maioria das vezes roupas escuras ou contrastantes.
- Progenitor Divino: Éris
- Motivo: Creio que por achar Éris uma das Deusas mais interessantes na mitologia, era uma deusa que adorava observar os frutos do caos e como descrito no personagem era quem gostava de ver "o circo pegar fogo", era ela que após os deuses deixarem o campo de batalha ficava apenas para ver os frutos da guerra. Acho Éris uma Deusa muito inteligente, pois conseguiu passar por Ládon, roubar uma das maçãs douradas de Hera e com aquilo causar a maior guerra do ocidente e oriente, acho que o personagem se enquadraria como filho da Deusa, também gostaria de ser reclamado como filho de Éris por ter visto que até agora a deusa não tinha nenhum filho no fórum.
- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...
É um pouco constrangedor falar de minha vida, até porque, eu não tenho um passado muito bom para se contar. Nasci em New York City, vivi no mesmo prédio durante toda a minha infância - atrevo-me a dizer até o inicio de minha adolescência -. Desde pequeno eu tive certa habilidade pra me meter em encrenca, fui expulso de várias escolas, mesmo quando eu era do jardim de infância, por isso a dificuldade de arrumar escolas que fossem perto de casa, fui para colégios militares, internatos, colégios normais, e em todos eles eu fui expulso de alguma maneira. Alguns por explodir armários e banheiros com algumas bombinhas, outros por arrumar confusões, outros por responder os professores e diretores. Dessa vez eu estava em uma nova escola, na mira dos professores e diretor que já estavam planejando a festa de despedida para quando eu fosse embora dali. Durante todo o ano letivo eu só tive um amigo, Nero Seed, por algum estranho motivo eu e ele tínhamos uma imensa amizade, acho que por nos entendermos de certa forma. Eu tinha Dislexia e Nero era manco. Era a última semana de aula, o que significava prova durante todo esse tempo, no sábado teríamos as respostas prontas de nossas notas e se passaríamos ou não.
- Cara essa semana vai ser muito puxada! - Nero disse às vezes ele exagera nas coisas.
- Pra mim sim, pra você não! Não sei como consegue tirar nota alta em tudo!
Ele me olhou dando um meio sorriso era um costume nosso fazer isso, todas as semanas de prova ele falava que seria puxado, ele se dava muito bem e eu ia muito mal. Depois ele dizia que estudava muito e por isso tirava boas notas.
- A Aula do senhor Alejandro, deve começar daqui a cinco minutos. - Ele olhou para o relógio e aumentou o passo.
- A primeira prova tinha que ser a dele não é mesmo? - Eu odeio o professor Alejandro, ele é o professor que mais cobra os alunos e o que é mais cruel.
Assim que chegamos à sala de aula o vimos, era alto, de cara amarrada, usando um casaco longo de couro, nariz fino, olhos verdes e incrivelmente malignos.
- Bom dia! - Disse com sua voz grossa, olhando diretamente nos nossos olhos.
- Bom dia... - Nero e eu respondemos ao mesmo tempo, nos olhamos e sentamos no canto, perto da janela.
Durante toda a prova eu acabava me distraindo, graças ao transtorno déficit de atenção com Hiperatividade. Mesmo sabendo que iria tirar um zero na prova eu entreguei com respostas de última hora. O sorriso de satisfação do professor era o que fazia meu sangue fervilhar de raiva, parecia que o que alegrava ele era ver as pessoas se darem mal, tá isso também me dava alegria, mas não quando era comigo!
- Dispensados!
Levantei-me, coloquei a mochila nas costas e caminhei até um dos corredores. Nada de muito diferente, armários, lixeiras, alguns bebedouros, a porta de um dos banheiros masculinos. Abri meu armário, pegando os últimos livros pra estudar ao menos uma vez. Mesmo que eu me desse mal na maioria das matérias, tinha uma que eu sempre me dava bem, superando a todos, História. Por algum motivo a história antiga, principalmente a que envolvia os deuses antigos da Grécia, fluía livremente em minha mente.
- Anh, Olá? - Ouvi uma voz diferente e feminina me chamar.
-... - Me virei e a encarei. - Oi, posso ajudar?
- É que eu essstava procurando minha sala, vou começar a essssstudar aqui hoje. - Ela disse.
- Não sou muito bom com isso, se quiser pode pedir ao Nero que... - Um vento frio percorreu por minha espinha, algo estava muito errado.
- Eu quero que você me diga... Sssssssssemideusssssss! - Sua voz mudou e imediatamente me afastei não o suficiente.
Sua aparência doce e feminina havia mudado, suas pernas tornaram-se idênticas aos troncos de serpentes, sua pele tornou-se um verde como o dos répteis, sua caneta tornou-se uma espécie de lança e seu caderno uma rede.
- Isssssssssso vai ssser divertido... - Ela disse inclinando-se para trás, pronta pra lançar sua lança.
Eu consegui sair do estado de paralisia, de medo profundo. Ela lançou a arma, que por muito pouco não me atinge em cheio, se não tivesse me abaixado, teria uma lança cravada em meu coração. Aproveitei que ela tentaria retomar sua lança e comecei a correr, não tinha lugar seguro, todas as portas pareciam trancadas.
- Droga. - disse baixo, ainda temia que ela pudesse me encontrar.
Continuei a correr para longe, até entrar em uma sala desconhecida para mim. Havia uma longa escadaria, a sala parecia que não era limpa há anos, com teias de aranha, poeira e alguns bichos mortos como ratos, baratas etc. Escondi-me atrás de um dos geradores clamando incessantemente para que aquela mulher, monstro, não sei o que dizer, não me achasse.
Pude ouvir algo se aproximando, fechei os olhos, contraindo as pálpebras fortemente, algo tocou o meu ombro e se não fosse meu autocontrole eu gritaria a qualquer momento.
- Calma, sou eu! - Nero disse sussurrando, já sem as calças e com uma perna bem peluda.
- O que é aquilo? E já ouviu falar em depilação? - Disse ofegante, ainda me recuperando do susto.
- Háháhá! Muito engraçado, eu vou tentar te explicar as coisas, mas antes segure isso... - Ele me entregou algo grande e pesado, uma espada. - Está bem, agora me escute...
- Achei!
A mulher apareceu novamente, golpeando-nos fortemente, fazendo com que cada um fosse para um lado. Havia batido contra a parede, todo o meu corpo doía e a mulher se vangloriava de seu golpe certeiro.
- Ora, ora, ora... Desssssssa vez nem mesmo você, Ssssátiro, poderá me deter! Messssmo asssssssim para ter certeza de que não vai tentar me deter novamente...
Eu me levantei lentamente, tomando nas mãos um objeto pesado e que nem mesmo eu sabia como usar. Ela se aproximou de Nero em movimentos de Zig-Zag, rápida como eu nunca havia visto, tentei erguer a espada, agora na altura do tronco daquela criatura. O suor começava a escorrer frio pela testa, quando estava prestes a golpea-la, uma de suas caudas me lançou fortemente contra um dos geradores.
- Ssssse quer tanto morrer primeiro, atenderei ssssseu pedido!
Ela rastejou até a mim, colocando-se na minha frente, levei meu braço até seu pescoço, tentando enforca-la. Algo além do que eu esperava aconteceu, a criatura havia levado um choque, sua lança acabara encostando-se a um dos geradores e isso fez com que ela recuasse, tomei a espada que tinha caído no chão e com todas as minhas forças restantes atravessei-a com a espada.
Com um grito ensurdecedor ela desapareceu, simplesmente virou pó. Continuei parado na mesma posição, Nero começou a levantar e correu em minha direção.
- O que era aquilo? - Perguntei ainda do mesmo jeito.
- Uma Dracaenae. - Ele disse como se fosse algo muito comum para ele.
- Como na Mitologia? - Perguntei deixando a espada cair no chão.
Após uma longa explicação de ser um Meio-sangue, de meu melhor amigo ser um Sátiro e de que eu tenha derrotado uma Dracaenae, Nero me explicou que eu deveria partir imediatamente para um lugar chamando Acampamento Meio-Sangue.
- Certo, mas como eu vou saber se não está tentando me enganar como a tal da Dracaenae. - Perguntei desconfiado.
- Olha, eu passei o ano inteiro do seu lado, se quisesse te matar já teria matado há muito tempo, agora vamos! - Ele disse enquanto andava (Trotava?).
Resolvi acompanhar Nero, afinal, o que poderia piorar? Assim que chegamos à calçada uma menina estava do nos esperando, ela lançou uma espécie de moeda de ouro aos céus, falando algumas palavras no que deveria ser latim. Para minha surpresa surgiu um taxi cinza do chão, os dois entraram e eu entrei logo em seguida. Sabe quando você diz que nada pode piorar e acaba piorando? Foi o que aconteceu. Três senhoras, um olho, uma velocidade absurda, pessoas gritando, caos total, minhas palavras ao sair do táxi foram: "Legal, podemos ir novamente?"
Saímos do táxi em Long Island, uma colina gigante a nossa frente, começamos a subir a colina, até que pude ler a placa "Acampamento Meio-Sangue"


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Érebo em Sab Jun 01, 2013 4:52 pm

Alexei Cygne Delacrouxe, gostei bastante de sua ficha. Com apenas a exessão do motivo pela qual você se decidiu ser filho de Éris. Mas, para compensar a sua história foi bastante surpreendente. Me prendeu do inicio ao fim. Por isso, está APROVADO.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Perséphone Shaddows em Ter Jun 04, 2013 4:35 pm

- Nome: Perséphone Shaddows

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- Personalidade: Sempre fora o tipo de garota calma, animada, doce e gentil. Passava a maior parte dos seus dias em contato com a natureza procurando um meio de ficar mais perto do que a chamava a atenção. Esses eram seus dias normais, mas quando precisa e estava em um dia ruim seu humor mudava de forma drástica... A doce, gentil e fofa garota agora ficava séria, manipuladora, um tanto quanto cruel e por vezes, fria. Se tornava seletiva e não dava atenção ao que não a interessava. Mesmo com toda essa reviravolta emocional, ela continuava a demonstrar sua inteligência e coragem.

- Aparência: Os cabelos tem um tom brilhante de louro-acastanhado que caem em ondas abaixo dos meus ombros que quando entrelaçadas, formam cachos grandes e doces. Os olhos negros são brilhantes. Sua pele é mais pálida que morena e está na média da beleza geral.

- Progenitor Divino: Perséfone

- Motivo: Honestamente, Perséfone sempre foi a Deusa que mais chamou a minha atenção. Desde sua história com Hades ao seu temperamento que pode mudar de um momento para o outro. Já percebi que minha personalidade e a dela são extremamente parecidas, ainda mais no temperamento. Somos incertas por mais previsíveis que possamos parecer.

- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...

Minha vida sempre foi um tanto esquisita no ponto em que envolvia meu pai. Ele estava sempre preocupado comigo, sempre vigiando minhas ações ou meus amigos. Era sempre... um pouco fora da órbita. Meus amigos normalmente se distanciavam com essa aparição tão espetácular do meu pai em nossas reuniões. É claro que de vez em quando eu fugia a noite para me divertir, dias que eu não sabia ao certo se estava de bom ou humor ou com sérios problemas de perda da minha massa encefálica.
Era engraçado a forma como meu pai brigava comigo e como eu conseguia contorná-lo em dias estressantes para que não brigassemos. Uma vida boa e um tanto quanto normal, tirando toda essa preocupação.

Um dia as coisas mudaram... Não importava mais o fato da minha dislexia atacar como se fosse o fim do mundo, não importava mais o fato de que eu não conseguia ficar parada, não importava mais quem eu queria ver... só importava conseguir entender o que aquele ser estranho estava falando. Um ser estranho, com pernas de bode e metade humano. Já havia lido alguma coisa sobre eles, eram sátiros. Eram sempre associados a alguma tarefa difícil.

Foi a primeira vez que meu pai gaguejou ao falar comigo, mas isso era simples, eu estava estressada. Muito estressada. Aquele sátiro havia contado coisas para mim que meu pai tentava esconder por anos. Quando finalmente parei para ouví-lo entendi que era para o meu bem, mas não conseguia entender realmente. Aquilo... ficava entalado na garganta. Era impossível de descer. Eu tentava veemente acreditar em tudo o que me era dito sobre os semideuses, sobre as criaturas que rondavam centenas dos livros que eu já havia lido... Mas eu não entendia porque eles não me contavam quem era então minha mãe.

No carro, seguindo com meu pai dirigindo e com um sátiro sentado ao meu lado, eles continuavam falando como se eu estivesse realmente ali para entender e não estivesse area pensando em como era viver com cascos ao invés de unhas. Voltei a mim pouco antes de chegarmos ao ponto final dessa louca viagem. A única coisa que eu disse depois que tanto meu pai quanto meu sátiro protetor terminaram de falar foi: - Me façam acreditar. E sai do carro para seguir com eles.


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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hades em Ter Jun 04, 2013 4:55 pm

Perséphone, sua história ficou curta, porém o sentido está excelente e a narração tem pouquíssimos erros. Aprovada.



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Quinn Lucy Ravenees em Seg Jul 01, 2013 12:54 pm

- Nome: Quinn Lucy Ravenees
- Idade: 16 anos
- Personalidade: Quinn é um tanto fria em relação aos outros em sua volta. Uma garota complicada e diferente, são poucos aqueles que a conhecem de verdade e são poucos aqueles que se arriscam a ser seus amigos. Quinn por fora demonstra ser superior a todos, demonstra que prefere a solidão do que ter amigos, mas por dentro é apenas uma garota que chora antes de dormir e tem medo de revelar seu passado. Quando conhecem ela verdadeiramente, Quinn se mostra muito leal a amizade e uma ótima ouvinte, ela gosta de fazer seus amigos se sentir especiais, embora não possua nenhum.
- Aparência: Possuí cabelos longos e lisos, coloridos em um loiro dourado. Seus olhos são azuis bem claros. Sua pele é clara e fria, é alta e possui o peso ideal para sua altura.
- Progenitor Divino: Quione
- Motivo: Quione é a mais próxima da personalidade de Quinn, ambas são tão frias que muitos as descrevem como malvadas. Quione é uma deusa muito pouco conhecida, e os que a conhecem, não gostam dela pelo o fato de ela ser uma deusa não muito gentil, e Quinn é exatamente isso, dura como uma rocha e fria como o gelo, exatamente como a deusa.
- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus?
Havia exatamente 3 semanas que Quinn estava fora do hospício. A garota passara toda a sua infância sendo condenada por um crime que não cometera, ela fora chamada de louca por dizer que uma mulher meio pássaro havia matado seu pai. Agora ela estava ali, com 16 anos, sentada em um inoportuno banco de praça em quanto todos a olhavam de canto como se ela fosse uma especie de monstro.
Quinn sempre tinha na cabeça que os verdadeiros monstros não estavam em um livro de conto de fadas, eles eram os humanos, e principalmente aqueles que sabiam a verdade mas fingiam que não sabiam para poupar seus empregos e suas famílias.
Uma garota morena se sentou ao seu lado delicadamente, seus movimentos eram tão leves que Quinn mal notara sua presença por ali. A garota direcionou um sorriso amigável para Quinn, que como sempre, não devolveu. A ultima vez que alguém havia sido querida com a Ravenees, bem, ela havia acabado dentro de uma ala psiquiatra onde fora chamada de insana.
- Lucy Ravenees?- A garota perguntou.
- Na verdade, há Quinn antes de Lucy- Quinn continuou séria.
Muitas pessoas a chamavam de Lucy, mas aquilo não era exatamente algo que Quinn gostava de ser chamada, o nome Lucy pertencia a sua irmã mais velha, e pois bem, Lucy não havia tido um final muito feliz.
- Me desculpe, Quinn- A garota continuava com o sorriso- Bem, eu vim aqui para te levar para seu lar.
-Meu lar?
Antes que a menina pudesse responder, um barulho imenso surgiu de trás. Quinn se virou rapidamente para ver de onde vinha aquele barulho. A primeira coisa que pensou ter visto era uma mulher, mas então percebeu que a mesma tinha grandes asas azuis e pernas de pássaro. Uma lembrança surgiu em sua cabeça, seu pai com medo de algo e então alguém, uma mulher meio pássaro o atacando e então tudo escureceu.
Uma pequena lagrima escorreu pelo o pálido rosto da garota, o panico por um momento tomou conta dela, e ela se sentiu como se fosse morrer naquele mesmo instante. A garota em sua frente percebeu o panico de Quinn e sacou duas espadas de um cinto preso em sua cintura, mas de onde havia vindo aquele cinto?
- Pegue, tome isso- A garota jogou a espada para a Quinn.
- Espera, quem é você? Oque é aquilo vindo em nossa direção?
- Eu sou Taylor, filha de Melinoe, e aquilo? É uma harpia- A garota sorriu de um jeito fantasmagórico e seguiu em direção a harpia.
Quinn pegou a espada e a seguiu. Por um momento ela pensou que estava sonhando, que nada pudesse a machucar, mas como ela era tola. Quinn partiu para cima da harpia e a golpeou na asa. A harpia caiu no chão murmurando alguns palavrões e então olhou furiosa em direção as semideusa.
Taylor correu em direção a harpia e a atacou pela as laterais, mas o monstro era rápido e muito esperto para sua especie. Quinn se lembrou de historias relacionadas a aquela harpia, lembrou também que ela fora a mesma que matou seu pai na ultima noite de domingo de seus 7 anos, talvez a ultima noite feliz de sua vida.
A garota correu em direção ao monstro a sua frente e atacou sua cabeça de forma brutal, a harpia deu um pequeno sorriso e por fim gritou quando a espada atingiu sua cabeça e a transformou em um pó dourado que se misturou com os ventos da cidade.
Quinn caiu de joelhos ao chão, as lagrimas percorrendo por todo o seu rosto, e então ela sentiu delicados braços a abraçando,e então ela desmaiou. Assim que acordou, estava sentada dentro de um carro com um garoto a olhando tão de perto que ela pensou que ele estivesse a sufocando, e bem, ele estava:
- Quem é voce? Onde estou?
- Lucy, vejo de acordou- Taylor disse em quanto dirigia em direção a algum lugar.
- É Quinn, e para onde estão me levando?
- Para o Acampamento meio-sangue- O garoto sorriu de leve- E aliás, eu sou Ethan, filho de Deméter.
- Filho de quem?
- Deuses- Taylor parecia impaciente- Somos filhos de deuses com humanos, como você. Todos nós somos semideuses e vivemos no acampamento meio-sangue, um lugar onde pessoas como nós podem aprender a sobreviver.
- A qual é, parem de mentir.
- Mentir?- Ethan arqueou a sobrancelha- Você acabou de matar uma harpia, a viu se tornar pó e você realmente acha que estamos mentindo?
- Bem, eu só acho que é um pouco improvável...
- Deuses- Taylor resmungou- Aceite quem você é e siga adiante, somos seus amigos, não iremos te levar para um hospício ou algo assim.
A palavra hospício atingiu Quinn como se ela estivesse no meio de um campo minado.
- Certo- Ela suspirou- Eu não tenho outra escolha mesmo.
- Esse é o espirito Lucy- Taylor riu.
- É Quinn
- Presentes:
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Hades em Seg Jul 01, 2013 2:23 pm

Boa narração, texto bastante envolvente. Gostei de como você descreve tudo, detalhes suficientes para entender. Aprovada.



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Ann Butterfield em Qua Jul 03, 2013 12:40 pm


- Nome: Ann Butterfield
- Idade:16
- Personalidade:aura e cheiro forte, ou seja, atraio muitos monstros, mais do que os filhos dos 3 grandes;
Possessiva, empre me destaco na onde quero investir; Em geral, sou beem brava, quase uma filha de Ares
- Aparência: Loira, com um um corpo bem "violão"
- Progenitor Divino: Nyx
- Motivo:Por conta da flexibilidade em minha personalidade... meus olhos mudam contantemente de acordo com minhas emoçoes, isso define muito o fato de eu ser filha de Nyx. Além disso, se me chamarem de bipolar... eu quebro a cara
- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história
Tomar a decisão de sair de casa aos dez anos não foi nada fácil. Mas não poderia ficar naquela casa com aqueles três ogros e aquela bruxa. Sou Ann, uma menina insuportável. Odeio a vida, odeio ter nascido e acima de tudo odeio meus pais. Não sei como eles foram capazes de me deixar com aqueles monstros.
Vivia com um casal de gordos obesos que tinham dois filhos. O mais novo e mais chato era o Henri, um garoto gordo assim como o pai, ele parecia um bolo de tão gordo. Já o mais velho Henrique era mais gordo que o pai, não tinha pescoço e parecia uma bola. A anfitriã da família a senhora Carmem também era muito gorda porém muito fina. O pai da família o senhor Oracio era um completo porco.
Eu era a unica garota da casa e a unica que estava em forma, eu os odiava. Queriam me engordar a todo custo. Eu como sempre fui muito inteligente apenas fingia comer. Mas um dia aconteceu algo que me fez desistir de estar com eles. Era uma manhã comum, eu havia acabado de sair do armário. Sim, é isso mesmo que leu. Eles me odiavam e me prendiam em um armário de vassoura que ficava nos fundos da casa. Voltando a história, eu estava na cozinha fazendo o café quando senti uma pancada na cabeça e desmaiei. Estava com as mãos e os pés amarrados e uma maça em minha boca. A cuspi para longe e me virei, para meu espanto Oracio e Carmem discutiam pensando em como me matar.
Me espantei mas não fiz barulho, movi meus pulsos e percebi que as cordas estavam frouxas. Sorri e soltei minhas mãos, porém eles estavam voltando a cozinha. Amarrei a corda nos meus pulsos e me deitei novamente. Fingi acordar e vi quando eles sorriram.[/color]- Você dará um ótimo assada! Me espantei e vi que a roupa de ambos se rasgavam, meus ficaram arregalados quando vi que ambos eram Harpias. Eles sorriam de mim, olhei para trás e me lembrei de um rimél que certa vez ganhei de uma mulher estranha. Ela dissera que eu devia usa-lo quando estivesse em perigo.
Soltei as cordas novamente e puxei o rímel do bolso, o mesmo se transformou em uma espada reluzente. Sorri e cortei as cordas que prendiam meus pés. Em um salto fiquei em pé encima da mesa. As harpias de assustaram e eu sorri.
Aquele que a pouco era Oracio veio para cima de mim, suas garras estavam prontas para me rasgar. Me afastei um pouco e o monstro me atacou, desferi um golpe com os olhos fechados e a mão dele voou para pia. Olhou espantada, não sabia como fizera aquilo mas estava feliz. Mordi os lábio e desci da mesa, Carmem me olhava furiosa. Oracio urrava de dor. Desferi um golpe contra a cabeça de Carmem que se defendeu de um modo habilidoso.
Mexi em meu cabelo, e voltei para eles. Oracio ousou me atacar por trás me derrubando. Me virei rapidamente e quando ele vinha pular encima de mim a espada o atravessou. Ouvi a porta bater, era Henri e Henrique. Eles viram o corpo do pai no chão e se transformaram em harpias. Me afastei para trás, eu vivia com uma família de harpias. Henri veio para cima de mim, mas sua mãe assustada gritou algo em grego antigo.
Eu entendia grego? Sim, entendia. Isso porque sou uma semideusa. Enfim Carmem gritava com os filhos em grego eu apenas ouvia, após um ataque de gritos dela a mesma se virou para mim.
- Não os mate, deixe os vivo. Não lhe faremos mal, vá embora daqui.[color=white] Espantada segurei a espada firmemente e sai da casa sem carregar nada, apenas 2 mil dólares que havia pego daquela família.
Mesmo pequena eu sabia lutar muito bem, sempre treinei arco e flecha no acampamento para o qual era mandada todas as ferias. Além de também fazer parte do time jovem de esgrima da escola, do time de ginastica olímpica e também das escoteiras. Foi assim que sai da casas dos ogros e fui morar em um apartamento em Nova Jersey, que meus pais me deixaram. Por sinal era a unica coisa que tinha de lembrança deles. O apartamento era pequeno porém muito aconchegante. Consegui muitas vezes sobreviver graças ao senhor Pires, um homem jovem mas muito bondoso. Ele sempre me convidava para comer em sua casa, ele morava sozinho. Não tinha familia, segundo o mesmo a sua familia morava em um lugar muito distante.
Mas só vim descobrir realmente que era uma semideusa quando estava na floresta próxima a escola. Eu havia posto lá alguns bonecos articulados para que eu treinasse com a espada. Sempre que conseguia um tempinho eu ia pra lá. Era uma noite estralada e muito gelada quando tudo aconteceu.
Eu acabará de treinar com meus bonecos quando senti o chão tremer e as arvores serem arrancadas do chão. Subi em uma das árvores que se encontravam próximas a mim. Avistei um monstro com um olho no meio da testa. Desci a árvore e esperei sentada em um tronco o monstro. Já tinha 8 anos desde que quase morri devorada pela família harpia.
O ciclope carregava consigo uma clava envolta em espinhos. Engoli em seco e monstro sorriu, eu havia treinado muito durante os 8 anos em que morei sozinha. Havia adquirido muita experiencia, durante todo esse tempo fui atacada por 3 cães infernais, 2 fúrias e 1 harpia além da família que eu vivia. O monstro ergueu a clava e lançou contra mim, com o impacto da arma no troco em que estava sentada fui lançada para longe.
Bati as costas em uma pedra, a dor me consumiu mas me levantei. O ciclope já vinha em minha direção com a clava empunhada. Desferi um golpe com a espada em seus pés para tentar derruba-lo, mas foi em vão. Avistei meu arco de longe, passei por debaixo dele e corri até o mesmo. Tentei puxar uma das minhas flechas, mas ela parecia estar presa. O monstro percebeu que tentava puxa-la e veio em minha direção, consegui tirar a flecha e mirei em seu olho. Sabe o quão é difícil mirar em algo que se meche? Por sorte sempre fui muito boa com mira. A flecha acertou o olho do monstro, ele urrou de dor. Em vão tentou arrancar a flecha do seu olho, enquanto ele estava ocupado com a flecha subi em uma árvore. Ele era enorme isso me deixou mais assustada.
Pulei nas costas do ciclope e cravei a espada do lado de seu pescoço, um ponto onde quando afetado faz com que o ser desmaie. Sim, também praticava karatê e kung-fu. Esse ataque do ciclope foi realmente a gota que faltava para me convencer a ir para o acampamento meio-sangue. Sai da floresta e peguei meu carro, dirigi ainda nervosa. Carregava comigo apenas a espada suja de sangue de ciclope, meu arco e minha aljava que continha dez flechas. Sendo que três delas eram envenenadas.
Dirigia freneticamente, sabia exatamente onde ficava a colina meio sangue. O senhor Pires, que era um sátiro guardião, havia me levado uma vez até la. Mas eu como sempre fui muito teimosa não aceitei ficar lá. Avistei a colina de longe, o sol começava a nascer. Parei o carro na beira da colina e respirei fundo, assim que desci do carro o chão tremeu novamente. E meu carro havia sido explodido. Me virei assustada e havia um dragão negro me olhando, ele era enorme. Peguei meu arco juntamente com a aljava e disparei alguma flechas contra ele, mas eram as flechas comuns. O veneno que havia nas três flechas que era feitas de aço inoxidável era muito potente. Faria o monstro dormir. Fechei os olhos e não exitei, atirei uma das flechas envenenadas. O dragão era ágil e se defendeu dela.
Revirei os olhos de raiva e prendi as outras duas em meu cinto, peguei a espada e corri na direção do mesmo. Sabia que ele iria me atacar com o rabo. Assim que ele fez isso pulei em cima do rabo dele, e corri. Corri e subi em seu braço, ele tentava se livrar de mim. Mas oque ele não contava era que as botas que eu usava tinha espinhos na sola. Enquanto eu corria ela cravavam na pele dele, assim me dando estabilidade.
Parei sobre seu ombro, puxei uma das flechas do meu cinto e respirei fundo. Era necessario que aquilo fosse feito, eu poderia ser morta por ele. Segurei a flecha com firmeza e a cravei no pescoço do dragão que urrou de dor. O veneno era forte, mas não o suficiente para faze-lo dormir. O jeito seria fazer com que o veneno fosse engolido. Por sorte trazia um frasquinho com um pouco de veneno em minha bolsinha
Fiquei parada e deixei que ele me pegasse, tirei o frasquinho da minha bolsa e assim que ele me pegou abriu aquela boca repleta de dentes afiados. Não pensei muito e lancei o frasco em sua boca, ele engoliu e começou a cambalear. Ele estava bambo, não demorou e logo havia tombado.
Estava suada, e algo que eu não havia percebido. A unha da mão do monstro havia feito um corte em meu braço, um corte realmente profundo. Subi a colina com uma certa dificuldade, o vento ali encima era cortante. Assim que cheguei ao topo não aguentei e desmaiei. Rolei colina abaixo, acordei em uma cabana deitada em uma maca. O senhor Pires sorria para mim e meu braço estava enfaixado, meu tórax também. Havia quebrado duas costelas. O senhor Pires sorriu e me abraçou.
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☾Anel de Diamantes☾
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Perséfone em Qui Jul 04, 2013 2:34 pm

Ann, tem teste específico para filha de Nyx. Segue se nesse link http://all-demigods.forumeiros.com/t100-teste-para-filho-dos-deuses-primordiais.



Lady Perséfone <3
Casada, algum problema?
thank you, thay.
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Carol D. Oliver em Sex Jul 05, 2013 5:56 pm

- Nome: [Completo, sem abreviações].
Carol Devonne Oliver

- Idade:
15 anos

- Personalidade: [Mínimo de três linhas]
Uma menina meiga, carinhosa, amiga, determinada; um pouco tímida, que às vezes, odeia ter todo mundo olhando para ela; Um pouco chata, divertida.
Uma menina que sempre esta alegre. E tenta sempre pensar positivo. Uma menina diferente.


- Aparência:
Alta, magra, cabelos meio loiros, olhos castanhos, pele um pouco clara.

- Progenitor Divino:
Apolo

- Motivo: [Porque tal deus é seu pai? O te liga a ele? Mínimo de três linhas, nada de resposta como: Sou filho de Deméter porque gosto de plantas]
Por gostar desse deus e ter características físicas quanto emocionais.
Além de ter as artes sempre presentes na minha vida. Tanto na música quanto nos desenhos...ou coisas do tipo.
E me sentir melhor quando estou no sol.


- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...Mínimo de 15 linhas sem template.
Oi, sou a Carol Devonne Oliver e eu tinha uma vida normal. Sim eu disse "tinha".
Eu morava com minha mãe em Dallas,EUA. Até no dia que conheci o Lipp... Um guri muito especial.
E não...ele não é o amor da minha vida. Mas uma pessoa, ou animal importante.
Bem eu vou explicar.
Era uma manhã ensolarada de sábado. Minha mãe tinha um aluno novo.
Ah é... Esqueci-me de falar, minha mãe é professora de Música.

~toc toc toc ~

-Raio-de-sol... Atende a porta pra mim?
- Uhum, mãe – falei e sai correndo para atender a porta. – Oi! Entre.
-Oi é aqui mesmo a aula de música da Sra. Devonne... Néééé? – Falou o guri. E a ultima parte mais parecia um “béééééh”
O Lipp estava usando calças Jeans larga, até de mais. Um gorro verde, uma blusa laranja e tnha um cinto com uma flauta de bambu.
Ele andava engraçado. Eu sei, eu sei. Não se deve rir do jeito que as pessoas andam... Mas não pude evitar e acabei soltando uma pequena risada.  Coloquei a mão na boca antes que ele ou minha mãe percebesse.

O dia estava perfeito, nada de estranho aconteceu. E acredite, sempre algo acontece. Uma hora depois a aula já estava chegando ao fim. Ai o dia perfeito acabou.
Um barulho enorme quase me deixou surda. Como se a casa tivesse desabando.

O Lipp me pegou pela mão, gritando para minha mãe vir com a gente para o quarto, sempre repetindo:
-Como é que eu vou explicar? Como meu Zeus?
Nós entramos no quarto da minha mãe, pois era o primeiro. Se sentamos na cama e o Lipp começou a falar, num tom calmo.

- Olha Carol, você é uma menina especial. Não do tipo ruim. Especial tipo semideusa.

- Mãe, pode parar com a pegadinha. Eu sei que você e o Lipp estão tramando contra mim. Cadê a câmera? Isso vai para o Youtube? – Falei rápido e  olhei para eles esperando uma resposta. Mas tudo que tive foi uma olhar triste da minha mãe. No mesmo estante vi que o Lipp não estava mentindo.

Pela janela pude ver que uma chuva de raios começou a cair fortemente. O Lipp ficou assustado e depois começou a tirar as calças. Eu achei estranho fechei os olhos depois os abri devagar e me assustei. Ele era metade burro!
-Você é um burr... – Mas antes de eu terminar a frase ele gritou
-Bééééh ! Sou um Bodeeeeeeh! – Ele pegou a flauta e tocou uma nota, ainda meio bravo com o insulto.
Um Pégaso pousou no meu quintal do lado da janela do quarto da minha mãe.
Lipp e eu subimos nele e se despedimos de minha mãe.
O Pégaso levantou voo.

Eu não sabia para onde estava indo, como minha mãe estava e nem como o Lipp conseguia comer uma lata de refrigerante. Minha cabeça estava confusa, e acho que adormeci.
Depois disso só lembro de estar sentada numa varanda e o Lipp sentado ao meu lado.
-Bem vinda ao seu novo lar.
Eu sou Carol Devonne Oliver, e agora eu tenho uma vida “normal”





- Presentes:
Arco Solar [obrigatorio]
Colar da música[opcional]
Gota de Orvalho[opcional]


Última edição por Carol D. Oliver em Sex Jul 05, 2013 5:58 pm, editado 1 vez(es) (Razão : esqueci os presentes)
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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Marie C. Cortez em Qui Jul 18, 2013 3:01 pm

- Nome: Marie Consoelo Cortez

- Idade: 16

- Personalidade: Uma garota aparentemente calma, amigavél e gentil. Sempre anda por ai lendo livros sobre plantas e jardinagens. Gosta de ficar em ambientes tranquilos e calmo. Porém a mesma é tímida e um pouco fechada, só tem mais intimidades com seus verdadeiros amigos. Ela gosta também de ser útil, ajudando outras pessoas e sebdo solidária.

- Aparência: Tem pele em tom caramelado, seu rosto tem feições latinas e angelical, tem olhos negros e com uma expressão calma e tranquilizadora. Cabelos morenos longos e um pouco encaracolado nas pontas. É um pouco alta e magra.

- Progenitor Divino: Deméter

- Motivo: Além de ter a personalidade parecida com a da deusa, Marie sempre se sentiu bem ao lado de suas plantas em seu jardim. Sempre preferiu um jardim belo do que um quintal sem flores e sempre prefiriu uma casa no campo do que um apartamento em uma mera metrópole. A mesma logo se interessa quando o assunto é jardinagem ou agricultura, não é a toa que a garota sempre estar por ai lendo livros de jardinagem.

- Como chegou ao acampamento?
Minha vida não era fácil, morava com o meu pai em uma região agricola em Dallas, meu pai trabalhava muito para sustentar a mim e a ele, ele tinha uma fazenda. Vendiamos leite, frutas e legumes e ovos. Uma boa parte do tempo, eu estava sempre ajudando ele.
O trabalho era duro, mas sempre quando tinha um tempo livre ele me ajudava nos estudos em casa, já que havia sido expulsa da única escola que havia ali naquela pequena região.
Meu motivo para ser expulda da escola, foi monstros e TDAH. Quando tinha doze anos,minha professora sempre tivera implicancia comigo, até um dia ela se transformar em um monstro terrível. Tive que infrenta-la para sobreviver. Porém a diretora da escola havia visto e me expulsara da escola.
Meu pai era bastante calmo e sereno em relação a isso, sempre quando eu estava chorando pelos os cantos se perguntando qual era o meu defeito, ele sempre me elogiara e dizia que aquilo era um benefício para mim.
Mas tarde quando eu estava com quinze para dezesseis anos, estava voltando de mais um dia de trabalho arduo da fazenda quando de repente vi uma criatura me perseguindo enquanto eu estava bem perto de casa. Depois de um certo tempo, quando eu estava perto da minha casa, ela pousou um pouco perto da varanda da minha casa ficando na minha frente.
Ela tinha asas, corpo de mulher, garras e rosto assustador. Parei bastante atônita e fui dando alguns passos para atrás, ela foi se aproximando de mim e eu peguei um pedaço de ferro e comecei a bater nela. Depois de bater três vezes com o ferro naquele monstro, ela reagiu e jogou de lado o meu único modo de defender. Sem nada em mãos para me defender, ela arrancou um pedaço de madeira um pouco grande que tinha na varanda da minha casa e arremeçou com bastante força o pedaço de madeira contra mim.
O pedaço de madeira bateu com muita agressividade em minha cabeça, comecei a cambalear e cai no chão, minha visão ficou a se tornar escura. Antes de desmaiar, eu ouvi um barulho de tiro de espingada e no chão vi meu pai enfrentando aquele monstro. Ela correu até a mim e vi seu rosto, estava bastante preocurada e com lágrimas em seus olhos e por fim, eu desmaiei.
Acordei em um lugar estranho, uma enfermaria que parecia ser de um acampamento. Esfreguei os meus olhos e me levantei, ficando sentada na cama.
- Aonde eu estou ? E cadê meu pai ? - Perguntei assustada.
- Bem vinda e você estar na enfermaria do Acampamento. - Falou um garoto louro que aparentava ter uns 15 anos.
- Acampamento ? - Perguntei sem entender nada.
- É... O Acampamento Meio-Sangue... -
Na hora que eu ia fazer outra pergunta, um homem muito estranho apareceu, ele era metade humano e metade cavalo. Muto estranho. Logo pensei que era mais um daqueles monstros que iria me matar.
Mas não, ele se apresentou. Era diretor daquele acampamento. Seu nome é Quíron. Logo que Quíron se apresentou, ele dissera que eu sou uma semideusa e que os deuses da mitologia existiam.
Minha reação era dar uma gargalhada, pois aquilo era um mito e não existia. Mas depois ele falou que este acampamento tem muitas pessoas como eu e quando perguntei sobre meu pai, ele me falou tudo o que aconteceu e como fui parar ali.

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Annalise K. Hoffmann em Dom Set 15, 2013 6:44 pm

.


Última edição por Annalise K. Hoffmann em Qui Jan 12, 2017 9:21 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Melinoe em Ter Set 17, 2013 1:58 pm

Kim Min Young- Conte um pouco mais de seus sentimentos, queremos saber de você. A batalha poderia ter sido mais detalhada e mais longa, lembre-se que está lutando contra um minotauro, não é um monstro que irá se render fácil.
Reprovada



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Violet Irum em Sab Nov 23, 2013 2:52 pm




   
Ficha de Reclamação

   

   Dados off:
   -Nome:Vilet
   -Idade:16 anos.
   -Contatos: [skype, facebook e etc]
---

   Dados on:
   
   - Nome:Violet Irum [Completo, sem abreviações]
   - Idade:16 anos
   - Personalidade:Um moça calmo e que não mede esforços a fazer amizade, procura sempre interagir com o máximo de pessoas que puder, já que não gosta muito de ficar sozinho. Tem um jeito um pouco divertido por ser meio atrapalhado. Por gostar de ler, acaba sendo um pouco inteligente demais, mesmo que esta prefira fingir ser um ‘idiota’ para agradar as pessoas do que parecer uma arrogante sabe-tudo. [Mínimo de três linhas]
   - Aparência:Loira, olhos azuis, cabelos levemente ondulados. Sua pele é clara e a bochechas um pouco rosadas, características herdadas do pai. Seu corpo não chega a ser extremamente forte, mas é possível notar seus músculos quando a mesma está sem camisa, já que quando era criança, praticou natação e até hoje faz disso um hobby.
   - Progenitor Divino:Iris.
   - Motivo:O fato de não gostar muito de lutar, deixar isso como ultima opção, preferindo sempre uma boa conversa para tentar resolver as coisas. Além de ser amigável com todos e como a sua mãe, ter um coração ‘aberto’. [Porque tal deus é seu pai? O te liga a ele? Mínimo de três linhas, nada de resposta como: Sou filho de Deméter porque gosto de plantas]
   - Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...Mínimo de 15 linhas sem template.
O mesmo da Aparencia

   - Presentes:
-Espada Arco-íris: Uma espada feita de ouro puro, com uma lamina que parece refletir as cores do arco-íris. Quem a olha imediatamente tem uma sensação de paz, de calma. Somente um filho de Íris consegue maneja-la corretamente. Quando não usado transforma-se num bracelete colorido. [Obrigatório]
-Anel de Brilhante: Um anel feito de prata, com um pequeno diamante em seu centro, que quando apertada, uma espécie de camada invisível a outros semideuses e monstros, cobre a prole de Íris, fazendo-o imune a ataques físicos. Disponível por dois turnos. [Opcional]

   

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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Melinoe em Seg Dez 02, 2013 7:43 am

Avaliação
Bem, não há muito o que dizer pois sua ficha está incompleta, portanto terei de reprova-la.



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Re: Reclamação Divina

Mensagem por Guilherme Antonius em Seg Dez 09, 2013 8:23 am




Ficha de Reclamação


Dados off:
-Nome: Guilherme Antonio
-Idade: 15
-Contatos: gui.antonioss@gmail.com (e-mail) e Facebook: Guilheme Antonio


Dados on:

- Nome: Guilherme Antonius
- Idade: 15
- Personalidade: Sou tranquilo, pensativo (Às vezes, passo o dia no mundo da lua), divertido, um pouco atrapalhado, descolado, animado... Enfim, um bom amigo. Meus defeitos são: Insegurança, além de uma mania terrível de acreditar que todos são bons, sem maldade. Não sou malicioso, por isso, nunca entendo as "indiretas" que os outros mandam. Defeito fatal? A bondade. Enfim, esse sou eu.
- Aparência: Cabelo castanho, olhos claros, pele clara, magro, estatura mediana (1,69m), bonito, eu acho.
- Progenitor Divino: Íris
- Motivo: Íris é a deusa do Arco-Íris, que representa esperança ou diversidade e alegria. Ou seja, permite você ser o que você é. Sou infantil, descolado e imaginativo, mas feliz por isso. Entendo a deusa por se desligar de seu antigo posto no Olimpo para mudar de vida, pois isso sempre me aconteceu. Enfim, tenho mil e um motivos, mas todos me ligam à ela.
- Como chegou ao acampamento? Como era a sua vida antes de saber que é semideus? Conte sua história...Mínimo de 15 linhas sem template.


Guilherme Antonius: A Vida

LEGENDA:
Narração
Minhas falas
Outros
Louis
Manticore
Minha história começa em São Paulo, a cidade mais barulhenta e poluída do Brasil.
Nunca havia conhecido minha mãe. Tão pouco o meu pai, que falecera de câncer quando eu tinha 1 ano de vida. Depois disso... Bem, passei de orfanato à orfanato, de casa em casa, de família em família. Mas, não adiantava. Por mais que eu tentasse me adaptar, eu tentava, eu nunca conseguia ser um membro da família. No final, eu sempre era devolvido ao abrigo. Mas, isso nunca fora motivo para eu abaixar a cabeça. Sempre de sorriso aberto, eu tinha esperança de encontrar um lar.
Certo dia, em uma dessas "devoluções", tudo mudou de vez. Eu arrumava as minhas malas (Algumas roupas, poucos itens pessoais, como livros, e um saquinho de jujubas), quando a porta do meu quarto se abriu. Era o meu "ex" ou "quase" pai. Ele me olhava com olhos frios, apesar de sua expressão transmitisse pena.
-O assistente social já chegou- Disse ele, calmamente.
-Obrigado- Respondi, suspirando- Desculpe se o decepcionei. É só que...
-Tudo bem- Respondeu ele- Talvez não fosse para ser. Não é sua culpa.
Peguei a mala e desci até a sala. O assistente social já me esperava.
-Hora de ir- Disse-me o assistente.
Eu não sabia o que estava acontecendo. Tive um mal pressentimento em relação ao homem, mas dei pouca importância. Ele era um profissional, o que poderia dar errado?
Entrei em seu carro. O rádio estava ligado, tocando um rap brasileiro (Acho que era Emicida). Os bancos eram forrados com um couro estranho, parecia pele humana. Sobre o retrovisor, estava pendurado uma presa animal, e por detrás do banco... Olhei com o canto do olho e vi um osso podre.
O homem pisou fundo.
Senti uma pontada de medo. Olhando pelo retrovisor, notei que o homem tinha olhos de duas cores: Um castanho, outro azul. Todavia, o medo aumentou, quando passamos direto do orfanato.
-Ei moço!- Chamei-lhe- O abrigo é ali.
O assistente rosnou.
-Esse é o destino dos mortais. Mas não o seu.
-Mortais? Como assim? Eu sou mortal.
-Humano- Corrigiu-se o assistente- Você definitivamente NÃO é humano.
Eu estava começando a desconfiar que ele não era humano, mas perguntei outra coisa.
-Para onde estamos indo?
O carro parou bruscamente.
-Chegamos.
Estávamos em uma várzea, isolada.
-Chegamos aonde?
O homem abriu a porta e me arrancou de dentro do carro. Seus olhos estavam selvagens.
-Achou mesmo que ninguém iria te descobrir?
Fitei-o, intrigado.
-Me descobrir? Como assim?
Ele me deu um tapa forte, caindo no chão.
-Meio-Sangue insolente. Mande lembranças pro Hades!- E com isso, ele se transformou, Ele ganhou uma juba espessa, um corpo peludo, patas e uma calda de espinhos. Apenas o rosto era humano.
Desviei das garras do monstro, rolando para o lado. Levantei e corri atrás do carro.
A calda do bicho atirou espinhos, como mísseis, que se alojaram no carro.
-Não há para onde fugir! Estamos sozinhos aqui...
Uma sombra tapou o sol e um menino voou em cima do monstro. Ele empunhava uma espada.
O monstro rugiu, ultrajado.
-Manticore!- Gritou o menino- Deixe-o!
-Não! Esse meio-sangue é um fracote. Merece morrer em minhas garras.
-Meio-Sangue?
-Eu ainda não entendo o que é isso- Gritei de volta- Mas acho que sim!
-Tudo bem! Se esconda e sobreviva, que eu te levo ao Acampamento. Agora, é entre eu e você, monstro.

O menino lutava com força e coragem, e eu assistia a tudo, impressionado. A fera estava prestes a morrer, quando o monstro revidou o ataque, e o garoto saiu voando. Sua espada caiu do lado contrário, perto de mim.
-Suas últimas palavras, meio-sangue- Achei que a criatura falava com o outro garoto, mas percebi que se referia a mim.
Levante e peguei a espada.
-Eu não quero morrer- Respondi. E com isso, ataquei.
Para meu espanto, a espada parecia uma extensão do meu braço. A lâmina rasgava o ar. Os olhos do monstro se arregalaram.
Pulei para o lado, e cortei a calda do Manticore.
-NÃO!
O monstro se desintegrou aos meus olhos. Larguei a espada, com medo de mim mesmo. O outro garoto estava perplexo.
-Isso foi... Deixa pra lá. Qual o seu nome?
-Guilherme.
-Prazer. Louis. Precisamos conversar. Mas, antes, acompanhe-me, por favor. Acho que tenho grana para mais uma passagem de avião.

•••

Louis me contou tudo. Disse que era filho de Atena, a deusa da sabedoria, e que eu era um semideus, filho de um mortal com um deus ou deusa. Explicou-me sobre o Acampamento meio-sangue e seus segredos. Por fim, consegui compreender minha verdadeira realidade.
Chegamos em Long Island. Olhei a Casa Grande da Colina Meio-Sangue.
-Lar doce lar.
Um arco-íris cruzou o céu. Tive certeza que havia encontrado um lar de verdade, depois de quinze anos a esmo. Assim, termina minha biografia, e começa minha nova história, uma história de monstros, aventuras e uma família numerosa e problemática.

- Presentes:

-Espada Arco-íris: Uma espada feita de ouro puro, com uma lamina que parece refletir as cores do arco-íris. Quem a olha imediatamente tem uma sensação de paz, de calma. Somente um filho de Íris consegue maneja-la corretamente. Quando não usado transforma-se num bracelete colorido. [Obrigatório]

-Colar da Calma: Um lindo colar de bronze, com um pingente de arco-íris. O colar transmite paz e tranquilidade a cria de Íris. Ajudando-o em momentos difíceis, lhe dando calma o suficiente para que possa pensar em uma estratégia. [Opcional]

-Croma Defense: Uma pedra cristal que lança um brilho da cor do arco íris que pode cegar quem olhar para o mesmo diretamente. [Opcional]


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